
SAÚDE PARA
TODOS
HSF
Homeopatas
Sem Fronteiras
Portugal
ASSOCIAÇÃO
PORTUGUESA HOMEOPATAS SEM FRONTEIRAS
Rua João Lúcio de
Azevedo, Lote 7, n.º 111 Apartº L
2750 – 568
Cascais
Telefs: 96 141 1740 / 21 4832416
E-mail – hsf-portugal@oninet.pt
Carta de Boas vindas da presidente
Quem somos
nossa missão
breve história dos HSF
Áreas de intervenção
Actividades em território nacional
pROJECTOS nACIONAIS E INTERNACIONAIS
Necessitamos
ASSOCIADOS
artigos
cURSO BÁSICO DE HOMEOPATIA
CURSO DE AUTOCONHECIMENTO E FLORAIS DE
BACH
onde estamos
“Ajudar
a Transformar uma Utopia em Realidade” – Saúde para Todos – , poderá
ser uma expressão comum para uns, idealista para outros e até incoerente para
alguns. Mas, também existe quem não
sinta indiferença perante esta expressão vulgar, começando a deixar que dentro
de si desabrochem sentimentos altruístas, que os impulsionam nos primeiros
passos ao auxílio dos mais carenciados.
O
direito à saúde, que é um bem estar físico, mental e social e não a simples
ausência de doença, pertence-nos a todos – como programaticamente referido
na Declaração Universal dos Direitos do Homem e na Convenção dos Direitos da
Criança – .
Quando
se fala em saúde, a nossa mente é assoberbada pelo terrífico facto de que um
terço da população mundial não tem acesso aos medicamentos essenciais, atenta a
carência de recursos económicos. Nos países pobres, mais de cinquenta por cento
da população está privada dos mais elementares cuidados de saúde. Como se tudo
isto não bastasse à indiferença de uma sociedade egocêntrica, deparamo-nos com
uma elevada taxa de mortalidade infantil e materna, taxas elevadas de
morbimortalidade como consequência de patologias de fácil tratamento, a baixa
esperança de vida com tendência ao agravamento por via da pandemia do VIH-SIDA,
principalmente na África sub-sahariana, a elevada percentagem de indivíduos e
famílias que vivem abaixo do nível da pobreza e a ignorância... Esta é uma
tragédia a merecer reflexão.
A criação dos
HSF-PORTUGAL surgiu quando um grupo de pessoas com preocupações comuns, se
apercebeu que as populações mais necessitadas, nomeadamente de África, Ásia e
América Latina, sem olvidar as carências expressas e ocultas do nosso próprio
país, utilizam a Medicina Tradicional para satisfazerem as necessidades
primárias, fazendo parte integrante da sua vida diária e do seu bem estar.
Sendo a Homeopatia, uma das Medicinas ou Terapêuticas complementares e o seu
uso incentivado pela Organização Mundial de Saúde, podemos constatar que:
- Através dela é mais
fácil chegarmos a essas populações e obtermos a sua confiança;
-
Nos locais onde já se encontra implantada tem demonstrado a sua eficiência e
eficácia;
-
É uma opção exequível, com custo muito inferior ao da Medicina alopática – cerca
de vinte vezes menos – .
-
Os medicamentos são de fácil preparação, dispensando aparelhos sofisticados;
- A visão que possui
do ser humano permite que os valores inerentes à prática médica integral possam
ser revitalizados, garantindo uma importante ligação ao paciente;
-
Nalguns países, constitui-se como especialidade médica e farmacêutica.
Perante
estes factos, os HSF poderão ajudar a desenvolver o potencial da Medicina
Tradicional como fonte de atenção primária, sendo a “Homeopatia para Todos” uma
boa alternativa em saúde pública.
Contamos
consigo na medida das suas possibilidades. Só assim seremos capazes de realizar
o sonho que nos anima.
Juntos, poderemos
reflectir enriquecendo-nos e ao mundo que nos rodeia e do qual não nos podemos
alhear.
Maria dos Prazeres Pires

Quem somos
Foi criada
a ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA HOMEOPATAS SEM FRONTEIRAS, com sede na Rua João
Lúcio de Azevedo, Lote 7, n.º 111, apartamento L, 2750-568, em Cascais, depois
de em 1984 ter surgido a primeira Associação HSF.
A
sua constituição ocorreu no dia dezoito de Março do ano de 2004 e o início
efectivo da actividade em 14 de Junho do mesmo ano. Sendo uma pessoa colectiva
de direito privado sem fins lucrativos e atentos os objectivos prosseguidos,
foi reconhecida como ONGD – Organização Não Governamental de
Cooperação para o Desenvolvimento – , nos termos da Lei n.º 66/98 de 14 de
Outubro.
Homeopatas Sem Fronteiras –
Portugal, intervém quer no território nacional, quer nos países africanos
de língua portuguesa – Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Príncipe, Angola e
Moçambique –, em Timor, junto de indivíduos, grupos de pessoas,
colectividades, missões e estados carenciados de todo o mundo, que reclamem ou
estejam interessados no nosso auxílio. Esta associação aderiu à Carta
Internacional HSF que determina entre outros que:
- Os “Homeopatas
Sem Fronteiras” são uma organização com fins humanitários, independente de
toda a obediência política, religiosa ou filosófica, sem fins lucrativos,
aberta a todos os profissionais de saúde e outros indivíduos de formação
diversificada, que se comprometem a respeitar a dignidade humana das populações
às quais levam a sua ajuda, assistindo-as em situações de urgência ou a longo
prazo, formando pessoal especializado em homeopatia e cooperando a todos os níveis
possíveis de molde a que os cuidados de saúde sejam uma realidade para todos,
muito especialmente para os mais pobres.
A Associação
Portuguesa Homeopatas Sem Fronteiras tem como objectivo essencial formar
homeopatas médicos ou não, para actuarem junto das populações mais carenciadas
do planeta, não olvidando as do nosso próprio país. Uma das suas tarefas
fundamentais é consagrada ao ensino e formação de homeopatas e formadores em
homeopatia, quer em Portugal quer nos países aos quais concede o seu auxílio.
Promove ainda o ensino e fornece os meios necessários à criação de farmácias
homeopáticas nos locais onde presta auxílio.
No caso de
catástrofes humanitárias, os HSF-Portugal disponibilizam pessoal especializado
em homeopatia, que gratuitamente prestam o seu concurso para a minimização dos
efeitos das mesmas.
É da sua responsabilidade angariar
fundos e financiamentos que permitam a intervenção junto dos mais pobres,
nomeadamente, pela realização de cursos, consultas, quotizações
e apresentação de projectos a entidades governamentais ou particulares.
A homeopatia é
uma terapia, dita alternativa ou complementar, que envolve uma economia de
custos considerável relativamente aos custos da medicina alopática e tem uma
eficácia sem nocividade demonstrada por quase dois séculos de prática clínica e
de recente investigação científica o que torna aconselhável a sua utilização
junto dos mais desfavorecidos.
Os “Homeopatas
Sem Fronteiras-Portugal”, organizam Cursos Básicos de Homeopatia, que
decorrem durante cinco seminários, com um custo total de 200 euros, sendo a
final atribuído um certificado, revertendo os montantes pagos para financiar a
actividade da Associação em território nacional e projectos nos países
africanos de expressão portuguesa e noutros locais do planeta. Alguns dos
alunos podem vir eventualmente a integrar missões, seja no território nacional
seja no estrangeiro. Organizam ainda Cursos breves e seminários
de terapêuticas alternativas ou complementares, nomeadamente o Curso de
Autoconhecimento e Florais de Bach, ministrado na perspectiva do
aperfeiçoamento interior e da auto-cura, em dois seminários, com um preço total
de 75 euros, promovem a inscrição de associados, com uma quota de 30
euros anuais e realizam consultas.
Uma Organização
sem fins lucrativos, como a dos Homeopatas Sem Fronteiras, só poderá sobreviver
com a boa vontade de pessoas singulares e colectivas, interessadas no bem estar
de uma humanidade que parece enlouquecer generalizadamente. Falamos de paz,
caridade, humildade e multiplicamos as guerras, a ambição, o desejo de poder, a
necessidade de prestígio. Dizemo-nos solidários e vamos aperfeiçoando o
armamento, enquanto milhões morrem por carência dos bens mais elementares.
Dizemo-nos desapegados e reacendemos a luta pelos bens materiais, minuto a
minuto.
A saúde é um
bem de tal forma precioso, que devemos utilizar todos os meios ao nosso dispor
para a preservar, não negligenciando qualquer um dos disponíveis.
É mais fácil
falar sobre o caminho do que percorrê-lo. Para tal, precisamos de si, junte-se
a nós percorrendo connosco esta longa caminhada.
Uma candeia não
ilumina uma floresta, mas pode incendiá-la.
nossa missão
CARTA DA ASSOCIAÇÃO HOMEOPATAS SEM FRONTEIRAS
1) “Homeopatas
Sem Fronteiras” é uma organização com finalidade humanitária totalmente
independente de toda a obediência política, religiosa ou filosófica, com fins
não lucrativos, que escolheu trabalhar pelo acesso à saúde para todos.
2) A nossa
identidade:
A Associação “Homeopatas
sem Fronteiras” está aberta a todos, profissionais de saúde ou não.
Cada um dos
membros da Associação compromete-se a respeitar, em primeiro lugar, a Dignidade
humana das Populações às quais leva a sua ajuda.
3) A nossa
qualidade específica:
3.1) A
constatação que no mundo, os cuidados de saúde não são suficientes para cobrir
as necessidades de todos e particularmente as dos mais pobres.
3.2) A
convicção que outras terapêuticas, ditas alternativas ou complementares, são
necessárias para favorecer o acesso à saúde para todos.
4) As nossas escolhas: 5 eixos principais guiam a nossa
acção em favor dos mais desfavorecidos:
4.1) assistência na urgência e a longo
prazo;
4.2) formação;
4.3) investigação científica;
4.4) cooperação a todos os níveis.
5) Os nossos
critérios: 4 critérios guiam a escolha das terapêuticas utilizadas:
5.1) eficácia sem nocividade;
5.2)
economia;
5.3)
autonomia;
5.4) respeito
pelo meio ambiente e pelo homem na sua globalidade.
6) Os “Homeopatas
Sem Fronteiras” intervêm junto dos indivíduos, agrupamentos de pessoas,
colectividades ou estados desde que estes o pretendam, na medida das suas
possibilidades.

breve história dos Homeopatas sem
fronteiras
Em 1984, em França, um
grupo de médicos, preocupados com as populações mais carenciadas do planeta e
querendo responder ao apelo da Organização Mundial de Saúde, “ saúde para todos
no ano 2000”, criou a Associação Homeopatas sem Fronteiras-França.
Actualmente, os HSF estão
presentes, nomeadamente, na Alemanha,
Arménia, Benin, Burkina-Faso, Camarões, Camboja, Canadá, Congo, Croácia, Cuba,
Equador, Espanha, Estados Unidos, Gana, Grã Bretanha, Holanda, Líbano,
Madagáscar, Mali, Portugal, Roménia, Senegal, Suíça e Togo.
Os Homeopatas Sem Fronteiras Franceses,
uma das organizações com maior experiência de campo, realizaram várias acções
no mundo, muito especialmente em zonas desfavorecidas do globo, nomeadamente:
-
Em 1989, uma missão exploratória no Togo, com
quinze sessões de ensino e criação dos HSF-Togo, objectivando uma extensão do
ensino da homeopatia no meio rural e nos Camarões, também com a criação dos
HSF-Camarões;
-
Em 1990, sessões de ensino no Madagáscar, com a
criação dos HSF-Madagáscar, uma das organizações mais dinâmicas da “nossa
família”.
-
Em 1991, no Benin, doze sessões de ensino e
criação dos HSF-Benin;
-
No Líbano, três missões exploratórias, em 2000,
com assistência a grupos de cidadãos desfavorecidos;
-
Em 2001, intervenções no Senegal;
-
Em 2002, em Burkina-Faso, várias sessões de
ensino, o mesmo ocorrendo no Mali, no Equador e no Camboja.
-
No ano de 2004, estão agendadas várias acções.
As restantes Associações, têm vindo a
intervir na medida das suas possibilidades nas zonas mais desfavorecidas do
planeta, com a esperança e vontade de quem se habituou à crueldade dos
poderosos e desinteresse egocêntrico dos abastados.

Áreas de intervenção
·
Formação de homeopatas e de formadores em
homeopatia, ministrando Cursos de Homeopatia essencialmente práticos, mas sem
olvidar a necessária preparação doutrinária. Temos como objectivo, formar
especialistas em Homeopatia, quer em território nacional quer nos países onde
intervimos.
·
Preparação
de medicamentos homeopáticos e criação de farmácias homeopáticas nas zonas
de intervenção. É indubitavelmente a consequência lógica da formação em
Medicina Homeopática: quando médicos, enfermeiros e outro pessoal que se dedica
às medicinas alternativas se encontra afastado dos grandes centros, sem recurso
à aquisição daqueles, há que os instruir na sua preparação.
·
Investigação homeopática. Esta incidirá
fundamentalmente nos medicamentos – unitários e complexos – destinados
ao tratamento da malária, doenças diarreicas agudas, doenças respiratórias,
tuberculose, HIV, subnutrição, parasitoses e dermatoses.
·
Assistência médica/ Emergência.
No caso de catástrofes humanitárias, os
HSF-Portugal disponibilizam pessoal especializado em homeopatia, que
gratuitamente presta o seu concurso para a minimização dos efeitos das mesmas.

Actividades em
território nacional
·
Curso Básico de Homeopatia.
Veja-se neste site o
programa do Curso a realizar em cinco seminários
·
Curso de Autoconhecimento e Florais de Bach, numa
perspectiva de auto-cura.
Veja-se também neste
site o programa do Curso a realizar em dois seminários.
·
Realização de seminários.
Os HSF-Portugal
realizam seminários de especialização em homeopatia e de outras terapias
complementares.
·
Consultas.
·
Massagem de recuperação, relaxamento e drenagem linfática.
As consultas, a
massagem e drenagem linfática são efectuadas na sede, em Cascais. Ver neste
site, “Onde Estamos”.
Marcações pelo
telefone: 96 141 1740

pROJECTOS
nACIONAIS E INTERNACIONAIS
PLANO DE ACTIVIDADES PARA OS ANOS DE 2005 E 2006
Não obstante as
actividades a realizar no ano de 2005, estejam intimamente dependentes dos
fundos a conseguir no 2º semestre do ano de 2004, independentemente das que
possam vir a ser executadas em parceria com as restantes Associações de
Homeopatas Sem Fronteiras, projectamos:
1.
– EM TERRITÓRIO NACIONAL
1.1.
– Divulgação dos métodos homeopáticos, junto
dos profissionais de saúde, nas regiões do interior mais necessitadas,
nomeadamente, em Trás-os-Montes, Beira Alta e Alentejo.
1.2.
– Prestação de cuidados de saúde, nas ditas
regiões e aos cidadãos com escassos recursos financeiros.
2.
– EM TERRITÓRIO INTERNACIONAL
2.1.
– Participação em parceria com os HSF de outros
países, conforme ficou definido no Congresso de Egmond, na Holanda, em Maio de
2004, em projectos a executar em países em vias de desenvolvimento, africanos –
que não os de língua oficial portuguesa – e asiáticos – contamos aqui
com a experiência dos HSF-França, que já intervieram e continuam a intervir, no
Senegal, Equador, Togo, Benin, Zaire, Madagáscar, Camarões, Camboja, Líbano,
Burkina-Faso e Mali –.
2.2.
– PROJECTO PARA ANGOLA
2.2.1.
– Criar uma secção dos HSF-Portugal em
território angolano, capaz de responder com a rapidez necessária às situações
de emergência.
2.2.2.
– Implantar em Luanda ou em Benguela, um Centro
de Formação em Homeopatia, em consonância com o programa estabelecido pelos
HSF-Portugal, ou pela Escola Internacional dos Homeopatas Sem Fronteiras.
2.2.3.
– Em colaboração com o Governo e com a Fundação
Eduardo dos Santos – com os quais já encetámos contactos informais –
criar um sistema alternativo de saúde, que se possa estender progressivamente a
todo o território, passando então a nossa actividade, caso a proposta e
projecto sejam aceites, a ser meramente consultiva – com a consequente
criação de uma Associação Angolana dos HSF –.
2.2.4.
– Implementar uma farmácia homeopática central
– no Centro de Formação em Homeopatia – e farmácias nos vários centros
regionais criados nas províncias mais carenciadas.
2.2.5.
– Ministrar nos Centros Provinciais, cursos de
homeopatia, ao pessoal médico, farmacêutico, de enfermagem e particulares,
estes últimos, desde que directamente interessados na saúde das populações,
estejam ou pretendam vir a exercer funções médicas sem preparação académica – verbi
gratia, o pessoal das missões religiosas –.
2.2.6.
– Prestar assistência de curto, médio e longo
prazo, às populações com patologias específicas, nomeadamente: paludismo,
subnutrição, diarreias, HIV.
2.3.
– PROJECTO PARA S. TOMÉ E PRÍNCIPE
2.3.1.
– Criar uma secção dos Homeopatas Sem
Fronteiras-Portugal, capaz de responder rapidamente a situações de emergência.
2.3.2.
– Dada a configuração geográfica do território
e sua extensão, dotar as duas ilhas, com dois Centros Homeopáticos, com as
seguintes intervenções:
– Formação de
homeopatas;
– Formação de
formadores em homeopatia;
– Clínica
homeopática;
– Farmácia
homeopática.
2.3.3.
– Em colaboração com o Governo criar um sistema
alternativo de saúde, passando então a nossa actividade, caso aceite a
proposta, a ser meramente consultiva – com a consequente criação de uma
Associação dos HSF de S. Tomé – .
2.4.
– PROJECTO PARA MOÇAMBIQUE
Projecto
piloto de actuação numa missão religiosa – estamos contactar os Missionários
de S. João Baptista em Murrupula –
tendo em vista:
2.4.1.
– Formação em homeopatia prática e de urgência
do pessoal religioso e leigo, que normalmente pratica actos médicos, sem
formação académica, junto da população abrangida pela missão.
2.4.2.
– Implementação de um sistema continuado de
consultas na sede da missão e nas aldeias que a circundam.
2.4.3.
– Criação de uma farmácia homeopática, capaz de
responder às necessidades da missão.
2.4.4. – Apoio
posterior ao projecto, com deslocações periódicas de homeopatas dos
HSF-Portugal, e contacto continuado à distância, para esclarecimento de
situações clínicas, informações técnicas ou preparação e envio de material
didáctico e medicamentoso.

Necessitamos
Para as missões
em Portugal e no estrangeiro e que em território nacional ou internacional
possam de algum modo contribuir para que os nossos projectos não sejam uma mera
utopia, mas antes uma realidade, que minimize o sofrimento dos mais
desfavorecidos.
Uma
organização como os Homeopatas Sem Fronteiras, só sobreviverá eficazmente se
puder contar com a solidariedade de pessoas colectivas e singulares,
directamente interessadas no bem estar de uma humanidade em que dois terços da
população se encontra nos países em vias de desenvolvimento, não olvidando, que
desta, apenas 7% tem acesso aos medicamentos ditos clássicos ou da medicina
alopática.

Uma
das formas privilegiadas de financiamento dos HSF-Portugal é a angariação de
Associados.
Os
Associados efectivos são pessoas singulares ou colectivas interessadas nos
objectivos da Associação, que adquirem o direito de elegerem e serem eleitos
para os cargos dos órgãos sociais, para além de outros consignados nos
Estatutos.
O
preço da quota a pagar anualmente é de trinta euros.
Todos
os meses, os Associados recebem por e-mail um boletim dos HSF, donde constam
nomeadamente, informações atinentes à realização de actividades pedagógicas,
tais como cursos, seminários e palestras, projectos em execução, horários de
atendimento, consultas e artigos sobre recente investigação científica no
domínio das terapêuticas complementares, muito especialmente em homeopatia.
Pretendendo
tornar-se nosso Associado, agradecemos que nos remeta por cheque, emitido em
nome da Associação Portuguesa Homeopatas Sem Fronteiras o montante de trinta
euros.
Pode
também depositar tal importância na nossa NIB a qual forneceremos após um
contacto seu para o nosso email: hsf-portugal@oninet.pt
Em
qualquer dos casos, pedimos que nos devolva a Ficha de Associado - apresentada
na página seguinte - devidamente preenchida para o nosso email:hsf-portugal@oninet.pt.
Não
podemos deixar de lhe agradecer a sua colaboração.
HOMEOPATAS SEM FRONTEIRAS
PORTUGAL
FICHA DE
ASSOCIADO nº............
Nome
-
..................................................................................................
Morada
-................................................................................................
.................................................................Cod.
Postal...........................
Telefone
residência................................Telemóvel..............................
E-mail................................................................
Profissão................................................................................................
Local
de
trabalho...................................................................................
.................................................................Cod.
Postal...........................
Telefone
do local de trabalho -
.............................................................
Conhecimentos
de Homeopatia.............................................................
...............................................................................................................
Conhecimentos ou interesses em
outras medicinas complementares
...............................................................................................................
...............................................................................................................
...............................................................................................................
Disponibilidade áreas possíveisde colaboração com os HSF
...............................................................................................................
...............................................................................................................
...............................................................................................................
..............................................................................................................
Quota
anual.......................euros.
Observações
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.......................................................................................
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...............................................................................................................
...............................................................................................................
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ARTIGOS
HOMEOPATIA
Hahnemann,
nasceu em Meissen a 10 de Abril de 1755, tendo-se formado em medicina em 1779.
Abandonou a sua prática em 1789 por considerar inaceitáveis e inoperantes os
seus métodos – a terapêutica ao tempo de Hahnemann orientava-se pela
doutrina dos humores, que eram purificados através de sangrias, vomitivos,
purgas e clisteres – dedicando-se então a traduzir obras médicas
estrangeiras.
Em
1790, quando traduzia a matéria médica de Cullen, faz a descoberta que o
transformou no fundador da homeopatia. Cullen afirmava que a Cinchona
Officinalis (Quina), tinha propriedades tonificantes sobre o estômago, o que
contrariava a experiência de Hahnemann, já que, quando adoeceu de paludismo,
havia experimentado – devido à sua ingestão -, alguns dos sintomas
característicos da gastrite. Desta forma, passou a auto-ministrar diariamente,
certa dose dessa planta, começando a sentir um quadro sintomático que
compreendia: tremores, sede, acessos de febre, palpitações; enfim, todos os
sintomas característicos das febres intermitentes. Desta premissa, partiu para
a experimentação de outras substâncias com resultados terapêuticos confirmados,
como o arsénico, obtendo o mesmo tipo de resposta às questões que no seu
espírito se iam levantando. Concluiu então, que um paciente deve ser tratado
com a substância capaz de produzir em qualquer organismo são, um quadro
sintomático idêntico ao por si apresentado.
Em
1810, após inúmeras experimentações, publicou o “Organon da Ciência Médica
Racional”, que a partir de 1819, recebeu o título de “Organon da Arte de
Curar”, livro basilar de todo o corpo teórico homeopático.
A
homeopatia fundamenta-se num trabalho de natureza científica, com cerca de dois
séculos, consequência das investigações efectuadas por inúmeros
experimentadores que ingeriram substâncias em dose não letal e registaram
meticulosamente os sintomas produzidos, e ainda de registos toxicológicos – quadros
sintomáticos obtidos pela ingestão voluntária ou involuntária de substâncias,
como o arsénico – e observação de curas clínicas. Nascem assim as Matérias
Médicas, que são, numa definição simplista, registos de sintomas. Com o aumento
incessante do número de medicamentos experimentados e, face às limitações
humanas no concernente à memória - é
praticamente impossível um homeopata dominar cabalmente os sintomas dos muitos
medicamentos descritos – realizaram-se Repertórios, índices de sintomas,
coligidos das matérias médicas ou do mesmo modo que estas. A repertorização é o
modo pelo qual o homeopata, transformando a linguagem do paciente, no que aos
sintomas do caso respeita, em linguagem repertorial, obtém um maior ou menor
número de medicamentos que se podem assumir potencialmente como semelhantes do
caso, decisão que caberá sempre em última instância, à comparação por
diferencial, da totalidade sintomática com as patogenesias descritas nas
matérias médicas.
A
medicina alopática utiliza antídotos – a diarreia é tratada com um
medicamento que produz obstipação -, enquanto que a homeopatia utiliza uma
dose mínima da substância que provoca o mal que se pretende tratar – o café
que impede ou dificulta o sono à maioria dos indivíduos, é utilizado em doses
mínimas homeopáticas para combater a insónia -.
São
três os grandes princípios da doutrina homeopática: similitude, globalidade e
infinitesimalidade. O primeiro diz-nos que os sintomas de uma determinada
doença, são curados pela substância altamente diluída, que produz num corpo são
sintomas artificiais semelhantes aos da doença, quando administrada em dose
ponderal – dose forte mas não letal -. Os semelhantes são assim curados
pelos semelhantes – Similia Similibus Curantur -. O segundo respeita há
forma como o ser humano é encarado, ou seja, de uma forma global, em todas as
suas vertentes. Em homeopatia não há doenças, só há doentes. Por isso, Hahneman
considerava uma verdadeira heresia afirmar que damos determinado remédio nesta
ou naquela patologia, como a Ipeca ou a Drosera para a tosse e Lachesis para a
menopausa. O que se cura em homeopatia é o doente com tosse ou distúrbios
menopáusicos e não a designação da doença – o homem na sua essência, nos
chamados sintomas da imaginação, etiológicos, mentais e gerais -. Por
último, a infinitesimalidade, é um corolário directo e imediato da similitude.
Os medicamentos homeopáticos são utilizados em doses de altas diluições de
forma a evitar qualquer agressão ao organismo do paciente. As principais doses
altamente diluídas – hahnemanianas – são as decimais e as centesimais.
Nas centesimais, tratando-se verbi gratia de uma substância liquida, coloca-se
num frasco uma parte em peso daquela, completando-a com 99 partes de água
bidestilada e álcool, agitando-se vigorosamente 100 vezes. Esta diluição
corresponde à 1ª centesimal. Repetindo-se o processo, vão-se obtendo diluições
sucessivas – por exemplo: 6ª CH, 15ª CH, 30ª CH, 200CH – ocorrendo que
entre a 9ª e a 12ª CH (centesimal) se ultrapassa o número de Avogrado, ou seja,
o medicamento deixa de possuir quaisquer moléculas da substância original, restando
apenas uma acção energética, não molecular, dificilmente explicável
cientificamente, mas eficiente na prática – o que faz com que alguma da
comunidade científica não mostre quaisquer reservas em qualificar o medicamento
homeopático como placebo, contrariando a experiência centenária de inúmeras
gerações de práticos homeopatas -.
Neste
particular da investigação científica, alguns cientistas, entre eles, Madeleine
Bastide, têm procurado demonstrar que a homeopatia é uma verdadeira ciência
face à eficácia real das doses infinitesimais, mesmo quando já não possuem
moléculas – e muito especialmente quando as não têm – da substância
inicial.
Fundamentalmente,
as substâncias medicamentosas utilizadas pela farmácia homeopática, são de
origem animal, vegetal ou mineral e possuem um padrão energético ou vibratório,
cuja influência se repercute na força vital do organismo promovendo a sua cura.
A homeopatia não é
obviamente a solução dos males e desigualdades do mundo, mas como terapia
alternativa ou complementar pode minimizar o sofrimento dos mais
desfavorecidos, já que o preço dos medicamentos é muito inferior aos da
medicina alopática e a formação de terapeutas muito mais simples. É essa a
nossa missão como Homeopatas Sem Fronteiras agindo no território nacional e
muito especialmente nos países africanos de expressão portuguesa e em todas as
regiões carenciadas do planeta, que reclamem o nosso auxílio.
A
Homeopatia é uma Medicina, uma Arte e uma Esperança.
Do
livro, “Homeopatia Essencial”, Editora Sete Caminhos, José Maria Alves – Responsável
pela Formação dos HSF-Portugal – .
Edward Bach
nasceu no ano de 1886 em Inglaterra. Licenciou-se em medicina e no seu
exercício veio a aperceber-se que no tratamento das doenças, o estado afectivo
dos doentes era bem mais importante que o seu corpo físico, ou seja, que as
patologias físicas derivavam em muitos ou na maior parte dos casos de
desequilíbrios e condições psicológicas adversas. É hoje dado como assente, que
uma mente estável interfere positivamente no sistema imunitário, proporcionando
um acréscimo de defesas a todos os que gozam de saúde espiritual.
Os Remédios Florais intentam curar os distúrbios
psicológicos dos indivíduos – que são entidades bio-psico-sociais globais
–, imediata ou mediatamente causadores das doenças físicas, sem olvidar, que
gerando o equilíbrio personológico do paciente, melhoram substancialmente a sua
qualidade de vida, proporcionando-lhe auto-estima, gosto pela vida em todas as
suas manifestações e um bem estar geral, que são apanágio de uma personalidade
normal. A recuperação da doença é muito mais rápida e eficaz quando os aspectos
dinâmicos da personalidade se enquadram em padrões considerados normais e a
atitude do paciente perante a vida e os inúmeros factores psicossociais
envolventes se assume de modo positivo.
Em 1928 descobriu Bach,
três florais: Mimulus, Impatiens e Clematis, depois de ter observado que os
diferentes tipos de personalidade reagem à doença de forma diversa. Entre 1930
e 1934, após ter desistido da sua clínica em Harley Street, fixou-se em Cromer,
na costa de Norfolk e por experimentação própria, já que era um homem
extraordinariamente sensível, descobriu os restantes 35 remédios florais e o
Rescue Remedy, teorizando os fundamentos da nova terapia, que pretendia simples
e eficiente, ao ponto de considerar perfeitamente possível e até recomendável o
auto-tratamento. Em 1931 publicou o livro “Cura-te a ti mesmo”, que tem
tido ao longo dos anos inúmeras reedições.
Na cuidada observação dos
pacientes, concluiu que as enfermidades resultavam de estados emocionais
negativos, como o medo, a indecisão, ansiedade, desespero, angústia.
Não
é a doença física que urge tratar, mas o psiquismo que se encontra em desarmonia.
Há que tratar o doente e não a doença, concepção desenvolvida por
Hahnemann, criador da homeopatia. Os florais, encaram o indivíduo na sua
globalidade mental, que é valorizada em detrimento dos sinais e sintomas
meramente físicos. Por tal motivo, dois doentes com a mesma patologia, podem
ser tratados com diferentes remédios, face às suas estruturas caracterológicas
e de personalidade, hierarquizando-se sintomas de componente emocional, tais
como, ansiedade, depressão e fobias. Este tipo de procedimento pode ser
encontrado na Medicina Homeopática, onde os sintomas mentais e gerais do
paciente assumem uma importância decisiva, em detrimento dos locais.
Os 38 remédios derivam essencialmente de flores de árvores e arbustos
silvestres, de que receberam o nome e donde é extraída a energia curativa, por
um método simples, à excepção de Rock Water, preparado a partir de uma fonte de
água natural.
Cada uma das flores escolhidas por Bach, incorpora uma energia positiva
e harmonizadora dos mais diversos estados emocionais negativos.
São de todo inofensivos, até para bebés.
Há dois tipos de remédios: os que se
relacionam com um tipo determinado de personalidade e os que são de aplicação a
estados negativos transitórios.
Bach,
classificou os problemas emocionais em sete grandes grupos, cada um com seu
conjunto de remédios.
Damos a seguir, como mera
aproximação, os nomes e indicações terapêuticas sumárias de cada um dos
medicamentos, o que não dispensa de modo algum, o estudo da matéria médica.
OS
REMÉDIOS FLORAIS DE BACH
1 – ESTADOS DE MEDO
ROCK ROSE – Heliântemo,
Helianto, Cisto.
Para um
paciente aterrorizado, desesperado, que experimentou um ataque de pânico ou um
medo muito intenso. Deve ser usado nos casos de emergência, doença súbita,
acidente.
MIMULUS – Mimosa.
Para o medo
de coisas conhecidas ou de causas conhecidas, tal como medo da morte.
CHERRY PLUM – Cerejeira.
Para
o medo de perder o controlo, de fazer coisas indesejáveis.
ASPEN – Choupo.
Para
medos de origem desconhecida, vagos e inexplicados, sem razão de ser, o que
torna a pessoa ansiosa. Maus pressentimentos.
RED CHESTNUT – Castanheiro vermelho.
Para
o medo que algo aconteça aos outros. Ansiedade por antecipação relativamente
aos outros, muito especialmente dos que ama.
2 – ESTADOS DE INDECISÃO OU INCERTEZA
CERATO – Plumbago, Dentilária.
Para
indivíduos que não têm confiança em si próprios e nas suas capacidades e estão
constantemente a pedir opiniões e ajuda aos outros.
SCLERANTHUS – Craveiro, Erva-dura.
Para
estados de incerteza e indecisão, principalmente quando confrontados com duas opções.
GENTIAN – Genciana.
Para
quem tem falta de fé e desanima facilmente ao menor obstáculo.
GORSE – Tojo.
Para
pessoas pessimistas, que não têm esperança, sentindo-se desesperadas, sem
esperança de cura.
HORNBEAM – Bétula, Carpa.
Para
estados temporários de fadiga, mais mental do que física, nomeadamente,
sensação de “segunda-feira de manhã”, quando tem de se retomar o trabalho e se
sente incapaz de o realizar.
WILD OAT – Aveia silvestre,
Aveia selvagem.
Para todos
aqueles que face à sua insegurança, não conseguem dar um rumo certo à vida, não
obstante pretendam vivenciar experiências múltiplas.
3
– ESTADOS DE FALTA DE INTERESSE PELAS CIRCUNSTÂNCIAS ACTUAIS
CLEMATIS – Clematite,
Clematide, Cipó Cruz.
Para
pessoas sonhadoras, sonham acordadas, que não vivem e não se interessam pelo
presente.
HONEYSUCKLE – Madressilva.
Para
os que vivem dependentes das suas experiências passadas e as encaram com
nostalgia.
WILD ROSE – Roseira Brava.
Para
a resignação e apatia no que toca ao presente, não se esforçando por melhorar a
sua vida.
OLIVE – Oliveira.
Para a
exaustão, quer física quer mental.
WHITE CHESTNUT – Castanheiro da
Índia ou Castanheiro Branco.
Para os que
têm pensamentos persistentes, indesejados, que dilaceram a mente.
MUSTARD – Mostarda.
Para as depressões que não têm causa
conhecida.
CHESTNUT BUD – Rebento do Castanheiro da Índia.
Para
os que não aprendem com os erros cometidos no passado, passando a vida a
repeti-los.
4
– ESTADOS DE SOLIDÃO
WATER VIOLET – Violeta de água.
Para
pessoas reservadas, independentes, capazes, que preferem a solidão, seguindo o
seu caminho sem interferirem no dos outros.
IMPATIENS – Impaciência, Beijo,
Maria Sem Vergonha.
Para a
impaciência.
HEATHER – Urze.
Para
pessoas egocêntricas, que estão sempre a falar de si e que não gostam de estar
sós.
5 – ESTADOS DE SENSIBILIDADE
EXCESSIVA A INFLUÊNCIAS E OPINIÕES
AGRIMONY – Agrimónia.
Para
todos aqueles que escondem o seu sofrimento atrás de uma máscara de alegria e
jovialidade.
CENTAURY – Centáurea Menor, Fel
da Terra.
Para
indivíduos servis, sempre dispostos a agradar, que têm dificuldade de
afirmação, em dizer que não.
WALNUT – Nogueira.
Para os que
não se conseguem adaptar às mudanças que ocorrem nas suas vidas, como o
divórcio.
HOLLY – Azevinho.
Para
estados negativos, tais como, ciúme, ódio, inveja, agressividade, rancor.
6 – ESTADOS DE DESALENTO OU DESESPERO
LARCH – Larício.
Para todos
os que não têm confiança em si mesmos. Complexos de inferioridade.
PINE – Pinheiro Silvestre.
Para os
sentimentos de culpa de pessoas que chegam a culpar-se dos erros cometidos
pelos outros.
ELM – Olmo.
Para
os que têm excesso de responsabilidade e obrigações múltiplas e que por isso
têm em certos momentos quebras do tipo depressivo.
SWEET
CHESTNUT – Castanheiro Doce.
Para
a angústia mental de indivíduos que estão no limiar das suas resistências e a
quem só parece restar o aniquilamento.
STAR OF BETHLEHEM – Estrela de Belém.
Para os que sofreram um trauma, actual ou passado.
WILLOW
- Salgueiro.
Para pessoas ressentidas, amarguradas, que têm
pena de si próprias.
OAK
– Carvalho.
Para os que mesmo cansados, com um enorme sentido
de dever, continuam a lutar até à exaustão.
CRAB
APPLE – Macieira.
Para os que não têm auto-estima, que se sentem de
algum modo impuros.
.
7 – ESTADOS DE EXCESSIVA PREOCUPAÇÃO COM O
BEM ESTAR DOS OUTROS
CHICORY – Chicória.
Para
pessoas possessivas, que têm tendência em cuidar em excesso dos outros.
VERVAIN – Verbena.
Para
pessoas autoritárias, intolerantes, que querem converter os outros aos seus
princípios.
VINE – Videira.
Para os que querem sempre dominar e são
inflexíveis.
BEECH – Faia.
Para os que são demasiadamente críticos e
intolerantes em relação aos outros, sentindo necessidade de ver mais beleza e
bondade no meio envolvente.
ROCK
WATER – Água de nascente.
Para
os que são intransigentes consigo mesmos.
Do frasco matriz disponível no
mercado, são retiradas duas gotas, adicionadas a 30ml de água pura e a uma
colher de chá de brandy de boa qualidade, cuja função é a de conservar o
remédio – se o remédio for ministrado a crianças de tenra idade, é
aconselhável que não se proceda à adição da colher de chá de brandy –. Um
frasco de tratamento obtido pelo método mencionado tem uma duração de cerca de
três semanas.
Se estivermos perante uma
prescrição complexa – mais de um remédio –, utilizam-se duas gotas de
cada frasco matriz nesse preparado.
Os remédios podem ser tomados durante
anos ou toda a vida, sem quaisquer contra-indicações.
Um frasco matriz, com custo
geralmente não muito superior a dez euros, propicia um tratamento de vários
anos, o que indicia um método terapêutico muito pouco dispendioso.
Bach acreditava que esta terapia,
pela sua simplicidade e eficiência seria a medicina do futuro. Talvez nunca o
venha a ser, mas tal facto, não diminui as suas potencialidades e capacidade de
amenizar o sofrimento humano nas suas múltiplas vertentes.
Do livro, “A
Cura pelos Remédios Florais de Bach”, Editora Sete Caminhos, de José Maria
Alves – Responsável pela Formação dos HSF-Portugal – .
cURSO BÁSICO DE HOMEOPATIA
O Curso Básico
de Homeopatia, realizado pelos HSF-Portugal, em cinco seminários consecutivos,
aos sábados, tem lugar em local a designar, em Lisboa ou na Costa do Estoril,
provavelmente num Hotel do Grupo Vila Galé, tendo um custo total de 200 euros,
montante que reverterá para subsidiar as actividades não lucrativas desta
Associação.
Caso esteja
interessado(a), agradecemos que devolva preenchida a ficha de inscrição. Desde
que não exista uma data definida – facto de que poderá tomar conhecimento,
contactando-nos por e-mail ou telefonicamente – esta e o local dos
seminários serão comunicados logo que possível.
No
que toca à inscrição como associado, agradecemos o envio da ficha de inscrição
e de um cheque no montante de 30 euros, emitido à ordem da Associação
Portuguesa Homeopatas Sem Fronteiras ou o depósito na nossa conta, tal como
ficou explanado na rubrica “Associados” deste site.
Não
podemos deixar de lhe agradecer o interesse demonstrado, sendo certo que uma organização
como a nossa só pode subsistir se apoiada, quer por entidades colectivas quer
por pessoas singulares.
1. Os Homeopatas Sem
Fronteiras.
2. A Carta da Associação HSF.
3. Explicação
sumária do plano do curso e dos objectivos propostos.
4. Nascimento da
homeopatia.
5. Fundamento da
homeopatia.
6. Princípios da
homeopatia.
6.1 Princípio da
similitude.
6.2 Princípio da
globalidade.
6.3 Princípio da
infinitesimalidade.
7. Doença.
7.1 Coabitação de
doenças.
7.2 Iatrogenia.
8. Miasma Hahnemaniano
e Diátese.
8.1 Psora.
8.2 Sicose
8.3 Luetismo.
8.4 Tuberculinismo.
8.5 Cancerinismo.
9. Sintomas.
10. Interrogatório e exame.
10.1 Queixa principal ou relato da história individual.
10.2 Interrogatório.
10.2.1 Dados
pessoais.
10.2.2 Fase
interrogatória.
10.2.3
Interrogatório sobre os antecedentes do paciente.
10.2.4 Inspecção ou
exame.
11.
O Repertório homeopático.
12.
Repertorização
12.1 Repertorização mecânica ou por
extenso.
12.2
Repertorização com “sintoma director”.
12.3 Repertorização fundamentada na
“síndrome mínima de valor máximo”.
13. Experimentação.
14. Matéria Médica.
15. Tratamento.
16. Medicamentos.
Farmácia homeopática.
17. Prescrição e
posologia.
18. Efeitos dos
medicamentos.
18.1 Primeiro contacto com o doente.
18.2 A primeira
prescrição.
18.3 Depois da primeira prescrição.
18.4 Agravação, melhoria ou aparecimento de novos sintomas após
prescrição do simillimum.
18.5 A reavaliação.
19. Relações clínicas dos
medicamentos.
20. Matéria Médica:
Aconitum
Napellus; Actea Racemosa; Alumina; Apis Mellifica; Argentum Nitricum; Arnica
Montana; Arsenicum Album; Aurum Metallicum; Baryta Carbonica; Belladona;
Bryonia Alba; Calcarea Carbonica; Calcarea Fluorica; Calcarea Phosphorica;
Calendula; Cantharis; Carbo Vegetabilis; Causticum; Chamomilla; Cinchona
Officinalis (China); Colocynthis; Ferrum Metallicum; Gelsemium Sempervirens;
Graphites; Hepar Sulfur; Ignatia; Iodum; Kali Carbonicum; Lachesis; Lycopodium;
Medorrhinum; Mercurius Solubilis; Natrum Muriaticum; Natrum Sulfuricum;
Nitricum Acidum; Nux Vomica; Opium; Phosphorus; Psorinum; Pulsatilla; Rhus
Toxicodendron; Sepia; Silicea; Staphysagria; Sulfur; Syphilinum; Thuya;
Tuberculinum.
Estudo de
alguns dos denominados “pequenos medicamentos”.
21. Relações entre os medicamentos,
duração de acção e precauções especiais.
22. A prática pluralista.
23. A prática complexista.
24. A investigação em homeopatia.
25. Casos práticos.


.
CURSO DE AUTOCONHECIMENTO
E
FLORAIS DE BACH
O Curso de
Autoconhecimento e Florais de Bach, realizado pelos HSF-Portugal, em dois
seminários consecutivos, tem lugar em local a designar, em Lisboa ou na Costa
do Estoril, provavelmente num Hotel do Grupo Vila Galé, tendo um custo total de
75 euros, montante que reverterá para subsidiar as actividades não lucrativas
desta Associação.
Caso esteja
interessado(a), agradecemos que devolva preenchida a ficha de inscrição. Desde
que não exista uma data definida – facto de que poderá tomar conhecimento,
contactando-nos por e-mail ou telefonicamente – esta e o local dos
seminários serão comunicados logo que possível.
No
que toca à inscrição como associado, agradecemos o envio da ficha de inscrição
e de um cheque no montante de 30 euros, emitido à ordem da Associação
Portuguesa Homeopatas Sem Fronteiras ou o depósito na nossa conta, tal como
ficou explanado na rubrica “Associados” deste site.
Não
podemos deixar de lhe agradecer o interesse demonstrado, sendo certo que uma
organização como a nossa só pode subsistir se apoiada, quer por entidades
colectivas quer por pessoas singulares.
Programa do curso de autoconhecimento
e florais
de bach
1 – Introdução.
2 – Os remédios para os diversos estados emocionais:
estados de medo, indecisão, de falta de interesse pelas circunstâncias actuais,
de solidão, de sensibilidade excessiva a influências e opiniões, de desalento
ou desespero e de excessiva preocupação com o bem estar dos outros.
3 – Matéria Médica dos Florais:
Rock Rose; Mimulus; Cherry Plum; Aspen; Red
Chestnut; Cerato; Scleranthus; Gentian; Gorse; Hornbeam; Wild Oat; Clematis;
Honeysuckle; Wild Rose; Olive; White Chestnut; Mustard; Chestnut Bud; Water
Violet; Impatiens; Heather; Agrimony; Centaury; Walnut; Holly; Larch; Pine;
Elm; Sweet Chestnut; Star Of Bethlehem; Wilow; Oak; Crab Apple; Chicory;
Vervain; Vine; Beech; Rock Water.
4 – Combinação de remédios. Rescue
Remedy.
5 – A produção dos florais.
6 – Diagnóstico e prescrição. Casos práticos.
7 – A preparação do remédio.
8 – Autoconhecimento, isenção de conflitos, meditação e
Florais de Bach.
Em que mundo vivemos?
-
Mundo de rótulos.
-
Os aspectos formais da existência.
-
Progresso material e angústia existencial.
-
Loucura generalizada: guerra, ambição, desejo
de poder, necessidade de prestígio; auto-compaixão, fome, miséria, ausência de
cuidados de saúde, riqueza, opulência, ganância, avareza. Os três deuses da
humanidade.
-
A justiça como ficção.
-
Relacionamentos.
-
A família, trabalho e carreira profissional.
-
O hábito. Condicionamentos e sua destruição.
-
A transformação da sociedade.
Quem somos?
-
Consciência e identidade dos seres humanos. A
humanidade inteira está em nós.
-
Inteligência. O planeta dos papagaios
engravatados. A intuição que emerge do vazio.
-
O pensamento. O seu mecanismo e ligação à memória. As suas criações. A cessação do
pensamento.
-
Desejo. A não repressão e a escuta passiva.
-
Apego. Desejo consolidado.
-
Tempo e medo. O tempo psicológico. Silêncio e
ausência de tempo. O medo floresce no espaço que medeia entre o viver e o
morrer.
-
Sofrimento e estados negativos. Conflitos
psicológicos.
-
Insegurança. A impermanência é tudo o que
temos.
-
Sentido da vida. Sem sentido da vida tudo vale
a pena.
Meditação.
-
Não é cumprir um programa nem estabelecer um
método.
-
A sua essência é a exploração da renúncia do
“eu”.
-
Começa com o autoconhecimento.
-
E cessação do pensamento.
-
É a única coisa que vale a pena se é com ela
que termina o sofrimento.
Observar o pensamento e o seu movimento, numa
vigilância passiva, e tudo o que nos rodeia, sem comparar ou interpretar,
em
atitude de constante desenvolvimento dos sentidos.
“Ser”, sem nada buscar, intensamente, com paixão.
Terminar com o
sofrimento.
-
Observação. Observar sem recurso ao pensamento.
A visão não interpretativa.
-
Autoconhecimento. Não é introspecção. A
constante vigilância dos nossos pensamentos, emoções e sentimentos.
Autoconhecimento e quietude da mente.
-
Atenção. O oposto de concentração. A
compreensão da realidade. A vigilância passiva.
-
Realidade e fantasia. A ausência do “eu”.
Quando não somos isto ou aquilo, somos todas as coisas.
-
Ambição. A ambição filosófica. A necessidade de
preenchimento, de se ser alguém para além do que se é, é uma criação do ego e
é fonte de conflito com o sofrimento resultante.
-
Liberdade. Requer a destruição dos
condicionamentos, da ambição, do vir a ser e ter.
-
Paixão, Beleza, Amor, Morte e Deus.



onde estamos

A partir da Rua
Engenheiro Adelino Amaro da Costa, no sentido Cascais-A5, passando as bombas de
gasolina da Esso, que neste sentido encontra à sua esquerda, visualiza à sua
direita uma placa que diz Cobre. Muda aí de direcção, entrando na Rua do Cobre
e na segunda rua à direita ( Rua João Grave ). Vira imediatamente à sua
esquerda seguindo pela Rua Ramalho Ortigão e, logo à sua direita, encontra a
Rua João Lúcio de Azevedo e o condomínio denominado Casas do Olinto.

cONTACTOS
Pode
contactar-nos por escrito ou pessoalmente na a nossa sede:
Rua João Lúcio de Azevedo, Lote 7, n.º
111
Apartamento L
2750-568 CASCAIS
Pelo telefones:
21 4832416
96 1411740
Endereço de mail:hsf-portugal@oninet.pt
Muito Obrigada pela
Vossa visita.