SAÚDE PARA TODOS

 

 

 

HSF

Homeopatas Sem Fronteiras

Portugal

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA HOMEOPATAS SEM FRONTEIRAS

Rua João Lúcio de Azevedo, Lote 7, n.º 111 Apartº L

2750 – 568   Cascais

Telefs: 96 141 1740 / 21 4832416

 

E-mail hsf-portugal@oninet.pt

 

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Índice

 

Carta de Boas vindas da presidente

Quem somos

nossa missão

breve história dos HSF

Áreas de intervenção

Actividades em território nacional

pROJECTOS nACIONAIS E INTERNACIONAIS

Necessitamos

ASSOCIADOS

artigos

cURSO BÁSICO DE HOMEOPATIA

CURSO DE AUTOCONHECIMENTO E FLORAIS DE BACH

onde estamos

cONTACTOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BENVINDOS

 

 Ajudar a Transformar uma Utopia em Realidade” – Saúde para Todos – , poderá ser uma expressão comum para uns, idealista para outros e até incoerente para alguns. Mas, também existe  quem não sinta indiferença perante esta expressão vulgar, começando a deixar que dentro de si desabrochem sentimentos altruístas, que os impulsionam nos primeiros passos ao auxílio dos mais carenciados.

          O direito à saúde, que é um bem estar físico, mental e social e não a simples ausência de doença, pertence-nos a todos – como programaticamente referido na Declaração Universal dos Direitos do Homem e na Convenção dos Direitos da Criança – .

          Quando se fala em saúde, a nossa mente é assoberbada pelo terrífico facto de que um terço da população mundial não tem acesso aos medicamentos essenciais, atenta a carência de recursos económicos. Nos países pobres, mais de cinquenta por cento da população está privada dos mais elementares cuidados de saúde. Como se tudo isto não bastasse à indiferença de uma sociedade egocêntrica, deparamo-nos com uma elevada taxa de mortalidade infantil e materna, taxas elevadas de morbimortalidade como consequência de patologias de fácil tratamento, a baixa esperança de vida com tendência ao agravamento por via da pandemia do VIH-SIDA, principalmente na África sub-sahariana, a elevada percentagem de indivíduos e famílias que vivem abaixo do nível da pobreza e a ignorância... Esta é uma tragédia a merecer reflexão.

A criação dos HSF-PORTUGAL surgiu quando um grupo de pessoas com preocupações comuns, se apercebeu que as populações mais necessitadas, nomeadamente de África, Ásia e América Latina, sem olvidar as carências expressas e ocultas do nosso próprio país, utilizam a Medicina Tradicional para satisfazerem as necessidades primárias, fazendo parte integrante da sua vida diária e do seu bem estar. Sendo a Homeopatia, uma das Medicinas ou Terapêuticas complementares e o seu uso incentivado pela Organização Mundial de Saúde, podemos constatar que:

- Através dela é mais fácil chegarmos a essas populações e obtermos a sua confiança;

          - Nos locais onde já se encontra implantada tem demonstrado a sua eficiência e eficácia;

          - É uma opção exequível, com custo muito inferior ao da Medicina alopática – cerca de vinte vezes menos – .

          - Os medicamentos são de fácil preparação, dispensando aparelhos sofisticados;

          - A visão que possui do ser humano permite que os valores inerentes à prática médica integral possam ser revitalizados, garantindo uma importante ligação ao paciente;

          - Nalguns países, constitui-se como especialidade médica e farmacêutica.

 

          Perante estes factos, os HSF poderão ajudar a desenvolver o potencial da Medicina Tradicional como fonte de atenção primária, sendo a “Homeopatia para Todos” uma boa alternativa em saúde pública.

          Contamos consigo na medida das suas possibilidades. Só assim seremos capazes de realizar o sonho que nos anima.

Juntos, poderemos reflectir enriquecendo-nos e ao mundo que nos rodeia e do qual não nos podemos alhear.

 

 

BEM HAJAM PELA VISITA

 

 

A PRESIDENTE DA DIRECÇÃO

Maria  dos Prazeres Pires

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem somos

 

 

                   Foi criada a ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA HOMEOPATAS SEM FRONTEIRAS, com sede na Rua João Lúcio de Azevedo, Lote 7, n.º 111, apartamento L, 2750-568, em Cascais, depois de em 1984 ter surgido a primeira Associação HSF.

                   A sua constituição ocorreu no dia dezoito de Março do ano de 2004 e o início efectivo da actividade em 14 de Junho do mesmo ano. Sendo uma pessoa colectiva de direito privado sem fins lucrativos e atentos os objectivos prosseguidos, foi reconhecida como ONGD – Organização Não Governamental de Cooperação para o Desenvolvimento – , nos termos da Lei n.º 66/98 de 14 de Outubro.

 

          Homeopatas Sem Fronteiras – Portugal, intervém quer no território nacional, quer nos países africanos de língua portuguesa – Cabo Verde, Guiné, S. Tomé e Príncipe, Angola e Moçambique –, em Timor, junto de indivíduos, grupos de pessoas, colectividades, missões e estados carenciados de todo o mundo, que reclamem ou estejam interessados no nosso auxílio. Esta associação aderiu à Carta Internacional HSF que determina entre outros que:

- Os “Homeopatas Sem Fronteiras” são uma organização com fins humanitários, independente de toda a obediência política, religiosa ou filosófica, sem fins lucrativos, aberta a todos os profissionais de saúde e outros indivíduos de formação diversificada, que se comprometem a respeitar a dignidade humana das populações às quais levam a sua ajuda, assistindo-as em situações de urgência ou a longo prazo, formando pessoal especializado em homeopatia e cooperando a todos os níveis possíveis de molde a que os cuidados de saúde sejam uma realidade para todos, muito especialmente para os mais pobres.

 

A Associação Portuguesa Homeopatas Sem Fronteiras tem como objectivo essencial formar homeopatas médicos ou não, para actuarem junto das populações mais carenciadas do planeta, não olvidando as do nosso próprio país. Uma das suas tarefas fundamentais é consagrada ao ensino e formação de homeopatas e formadores em homeopatia, quer em Portugal quer nos países aos quais concede o seu auxílio. Promove ainda o ensino e fornece os meios necessários à criação de farmácias homeopáticas nos locais onde presta auxílio.

No caso de catástrofes humanitárias, os HSF-Portugal disponibilizam pessoal especializado em homeopatia, que gratuitamente prestam o seu concurso para a minimização dos efeitos das mesmas.

 

        É da sua responsabilidade angariar fundos e financiamentos que permitam a intervenção junto dos mais pobres, nomeadamente, pela realização de cursos, consultas, quotizações e apresentação de projectos a entidades governamentais ou particulares.

 

A homeopatia é uma terapia, dita alternativa ou complementar, que envolve uma economia de custos considerável relativamente aos custos da medicina alopática e tem uma eficácia sem nocividade demonstrada por quase dois séculos de prática clínica e de recente investigação científica o que torna aconselhável a sua utilização junto dos mais desfavorecidos.

 

Os “Homeopatas Sem Fronteiras-Portugal”, organizam Cursos Básicos de Homeopatia, que decorrem durante cinco seminários, com um custo total de 200 euros, sendo a final atribuído um certificado, revertendo os montantes pagos para financiar a actividade da Associação em território nacional e projectos nos países africanos de expressão portuguesa e noutros locais do planeta. Alguns dos alunos podem vir eventualmente a integrar missões, seja no território nacional seja no estrangeiro. Organizam ainda Cursos breves e seminários de terapêuticas alternativas ou complementares, nomeadamente o Curso de Autoconhecimento e Florais de Bach, ministrado na perspectiva do aperfeiçoamento interior e da auto-cura, em dois seminários, com um preço total de 75 euros, promovem a inscrição de associados, com uma quota de 30 euros anuais e realizam consultas.

 

Uma Organização sem fins lucrativos, como a dos Homeopatas Sem Fronteiras, só poderá sobreviver com a boa vontade de pessoas singulares e colectivas, interessadas no bem estar de uma humanidade que parece enlouquecer generalizadamente. Falamos de paz, caridade, humildade e multiplicamos as guerras, a ambição, o desejo de poder, a necessidade de prestígio. Dizemo-nos solidários e vamos aperfeiçoando o armamento, enquanto milhões morrem por carência dos bens mais elementares. Dizemo-nos desapegados e reacendemos a luta pelos bens materiais, minuto a minuto.

A saúde é um bem de tal forma precioso, que devemos utilizar todos os meios ao nosso dispor para a preservar, não negligenciando qualquer um dos disponíveis.

É mais fácil falar sobre o caminho do que percorrê-lo. Para tal, precisamos de si, junte-se a nós percorrendo connosco esta longa caminhada.

Uma candeia não ilumina uma floresta, mas pode incendiá-la. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

nossa missão

 

 

 

CARTA  DA ASSOCIAÇÃO HOMEOPATAS SEM FRONTEIRAS

 

1) “Homeopatas Sem Fronteiras” é uma organização com finalidade humanitária totalmente independente de toda a obediência política, religiosa ou filosófica, com fins não lucrativos, que escolheu trabalhar pelo acesso à saúde para todos.

 

2)      A nossa identidade:

A Associação “Homeopatas sem Fronteiras” está aberta a todos, profissionais de saúde ou não.

Cada um dos membros da Associação compromete-se a respeitar, em primeiro lugar, a Dignidade humana das Populações às quais leva a sua ajuda.

 

3)      A nossa qualidade específica:

3.1) A constatação que no mundo, os cuidados de saúde não são suficientes para cobrir as necessidades de todos e particularmente as dos mais pobres.

3.2) A convicção que outras terapêuticas, ditas alternativas ou complementares, são necessárias para favorecer o acesso à saúde para todos.

 

          4) As nossas escolhas: 5 eixos principais guiam a nossa acção em favor dos mais desfavorecidos:

                       4.1) assistência na urgência e a longo prazo;    

              4.2) formação;

              4.3) investigação científica;

              4.4) cooperação a todos os níveis.

 

5) Os nossos critérios: 4 critérios guiam a escolha das terapêuticas utilizadas:

    5.1) eficácia sem nocividade;

    5.2) economia;

    5.3) autonomia;

5.4) respeito pelo meio ambiente e pelo homem na sua globalidade.

 

6) Os “Homeopatas Sem Fronteiras” intervêm junto dos indivíduos, agrupamentos de pessoas, colectividades ou estados desde que estes o pretendam, na medida das suas possibilidades.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

breve história dos Homeopatas sem fronteiras

 

 

 

 

Em 1984, em França, um grupo de médicos, preocupados com as populações mais carenciadas do planeta e querendo responder ao apelo da Organização Mundial de Saúde, “ saúde para todos no ano 2000”, criou a Associação Homeopatas sem Fronteiras-França.

 

          Actualmente, os HSF estão presentes, nomeadamente, na  Alemanha, Arménia, Benin, Burkina-Faso, Camarões, Camboja, Canadá, Congo, Croácia, Cuba, Equador, Espanha, Estados Unidos, Gana, Grã Bretanha, Holanda, Líbano, Madagáscar, Mali, Portugal, Roménia, Senegal, Suíça e Togo.

 

Os Homeopatas Sem Fronteiras Franceses, uma das organizações com maior experiência de campo, realizaram várias acções no mundo, muito especialmente em zonas desfavorecidas do globo, nomeadamente:

-                           Em 1989, uma missão exploratória no Togo, com quinze sessões de ensino e criação dos HSF-Togo, objectivando uma extensão do ensino da homeopatia no meio rural e nos Camarões, também com a criação dos HSF-Camarões;

-                           Em 1990, sessões de ensino no Madagáscar, com a criação dos HSF-Madagáscar, uma das organizações mais dinâmicas da “nossa família”.

-                           Em 1991, no Benin, doze sessões de ensino e criação dos HSF-Benin;

-                           No Líbano, três missões exploratórias, em 2000, com assistência a grupos de cidadãos desfavorecidos;

-                           Em 2001, intervenções no Senegal;

-                           Em 2002, em Burkina-Faso, várias sessões de ensino, o mesmo ocorrendo no Mali, no Equador e no Camboja.

-                           No ano de 2004, estão agendadas várias acções.

 

As restantes Associações, têm vindo a intervir na medida das suas possibilidades nas zonas mais desfavorecidas do planeta, com a esperança e vontade de quem se habituou à crueldade dos poderosos e desinteresse egocêntrico dos abastados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Áreas de intervenção

 

 

 

·         Formação de homeopatas e de formadores em homeopatia, ministrando Cursos de Homeopatia essencialmente práticos, mas sem olvidar a necessária preparação doutrinária. Temos como objectivo, formar especialistas em Homeopatia, quer em território nacional quer nos países onde intervimos.

·          Preparação de medicamentos homeopáticos e criação de farmácias homeopáticas nas zonas de intervenção. É indubitavelmente a consequência lógica da formação em Medicina Homeopática: quando médicos, enfermeiros e outro pessoal que se dedica às medicinas alternativas se encontra afastado dos grandes centros, sem recurso à aquisição daqueles, há que os instruir na sua preparação.

·         Investigação homeopática. Esta incidirá fundamentalmente nos medicamentos – unitários e complexos – destinados ao tratamento da malária, doenças diarreicas agudas, doenças respiratórias, tuberculose, HIV, subnutrição, parasitoses e dermatoses.

·         Assistência médica/ Emergência.

No caso de catástrofes humanitárias, os HSF-Portugal disponibilizam pessoal especializado em homeopatia, que gratuitamente presta o seu concurso para a minimização dos efeitos das mesmas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Actividades em território nacional

 

 

 

·         Curso Básico de Homeopatia.

Veja-se neste site o programa do Curso a realizar em cinco seminários

·         Curso de Autoconhecimento e Florais de Bach, numa perspectiva de auto-cura.

Veja-se também neste site o programa do Curso a realizar em dois seminários.

·         Realização de seminários.

Os HSF-Portugal realizam seminários de especialização em homeopatia e de outras terapias complementares.

·         Consultas.

·         Massagem de recuperação, relaxamento e drenagem  linfática.

 

As consultas, a massagem e drenagem linfática são efectuadas na sede, em Cascais. Ver neste site, “Onde Estamos”.

Marcações pelo telefone: 96 141 1740

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

      

 

pROJECTOS nACIONAIS E INTERNACIONAIS

 

 

 

PLANO DE ACTIVIDADES PARA OS ANOS DE 2005 E 2006

 

Não obstante as actividades a realizar no ano de 2005, estejam intimamente dependentes dos fundos a conseguir no 2º semestre do ano de 2004, independentemente das que possam vir a ser executadas em parceria com as restantes Associações de Homeopatas Sem Fronteiras, projectamos:

 

 

1.     EM TERRITÓRIO NACIONAL

1.1.          – Divulgação dos métodos homeopáticos, junto dos profissionais de saúde, nas regiões do interior mais necessitadas, nomeadamente, em Trás-os-Montes, Beira Alta e Alentejo.

1.2.          – Prestação de cuidados de saúde, nas ditas regiões e aos cidadãos com escassos recursos financeiros.

            

 

2.     EM TERRITÓRIO INTERNACIONAL

2.1.          – Participação em parceria com os HSF de outros países, conforme ficou definido no Congresso de Egmond, na Holanda, em Maio de 2004, em projectos a executar em países em vias de desenvolvimento, africanos – que não os de língua oficial portuguesa – e asiáticos – contamos aqui com a experiência dos HSF-França, que já intervieram e continuam a intervir, no Senegal, Equador, Togo, Benin, Zaire, Madagáscar, Camarões, Camboja, Líbano, Burkina-Faso e Mali –.

 

2.2.          PROJECTO PARA ANGOLA

2.2.1.   – Criar uma secção dos HSF-Portugal em território angolano, capaz de responder com a rapidez necessária às situações de emergência.

2.2.2.   – Implantar em Luanda ou em Benguela, um Centro de Formação em Homeopatia, em consonância com o programa estabelecido pelos HSF-Portugal, ou pela Escola Internacional dos Homeopatas Sem Fronteiras.

2.2.3.   – Em colaboração com o Governo e com a Fundação Eduardo dos Santos – com os quais já encetámos contactos informais – criar um sistema alternativo de saúde, que se possa estender progressivamente a todo o território, passando então a nossa actividade, caso a proposta e projecto sejam aceites, a ser meramente consultiva – com a consequente criação de uma Associação Angolana dos HSF –.

2.2.4.   – Implementar uma farmácia homeopática central – no Centro de Formação em Homeopatia – e farmácias nos vários centros regionais criados nas províncias mais carenciadas.

2.2.5.   – Ministrar nos Centros Provinciais, cursos de homeopatia, ao pessoal médico, farmacêutico, de enfermagem e particulares, estes últimos, desde que directamente interessados na saúde das populações, estejam ou pretendam vir a exercer funções médicas sem preparação académica – verbi gratia, o pessoal das missões religiosas –.

2.2.6.   – Prestar assistência de curto, médio e longo prazo, às populações com patologias específicas, nomeadamente: paludismo, subnutrição, diarreias, HIV.  

 

2.3.          PROJECTO PARA S. TOMÉ E PRÍNCIPE

2.3.1.   – Criar uma secção dos Homeopatas Sem Fronteiras-Portugal, capaz de responder rapidamente a situações de emergência.

2.3.2.   – Dada a configuração geográfica do território e sua extensão, dotar as duas ilhas, com dois Centros Homeopáticos, com as seguintes intervenções:

– Formação de homeopatas;

– Formação de formadores em homeopatia;

– Clínica homeopática;

– Farmácia homeopática.

2.3.3.    – Em colaboração com o Governo criar um sistema alternativo de saúde, passando então a nossa actividade, caso aceite a proposta, a ser meramente consultiva – com a consequente criação de uma Associação dos HSF de S. Tomé – .

 

2.4.          PROJECTO PARA MOÇAMBIQUE

Projecto piloto de actuação numa missão religiosa – estamos contactar os Missionários de S. João Baptista em Murrupula

tendo em vista:

2.4.1.   – Formação em homeopatia prática e de urgência do pessoal religioso e leigo, que normalmente pratica actos médicos, sem formação académica, junto da população abrangida pela missão.

2.4.2.   – Implementação de um sistema continuado de consultas na sede da missão e nas aldeias que a circundam.

2.4.3.   – Criação de uma farmácia homeopática, capaz de responder às necessidades da missão.

2.4.4. – Apoio posterior ao projecto, com deslocações periódicas de homeopatas dos HSF-Portugal, e contacto continuado à distância, para esclarecimento de situações clínicas, informações técnicas ou preparação e envio de material didáctico e medicamentoso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                       

Necessitamos

 

 

Para as missões em Portugal e no estrangeiro e que em território nacional ou internacional possam de algum modo contribuir para que os nossos projectos não sejam uma mera utopia, mas antes uma realidade, que minimize o sofrimento dos mais desfavorecidos.

 

Uma organização como os Homeopatas Sem Fronteiras, só sobreviverá eficazmente se puder contar com a solidariedade de pessoas colectivas e singulares, directamente interessadas no bem estar de uma humanidade em que dois terços da população se encontra nos países em vias de desenvolvimento, não olvidando, que desta, apenas 7% tem acesso aos medicamentos ditos clássicos ou da medicina alopática.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ASSOCIADOS

 

 

 

 

 

 

                   Uma das formas privilegiadas de financiamento dos HSF-Portugal é a angariação de Associados.

                   Os Associados efectivos são pessoas singulares ou colectivas interessadas nos objectivos da Associação, que adquirem o direito de elegerem e serem eleitos para os cargos dos órgãos sociais, para além de outros consignados nos Estatutos.

                   O preço da quota a pagar anualmente é de trinta euros.

                   Todos os meses, os Associados recebem por e-mail um boletim dos HSF, donde constam nomeadamente, informações atinentes à realização de actividades pedagógicas, tais como cursos, seminários e palestras, projectos em execução, horários de atendimento, consultas e artigos sobre recente investigação científica no domínio das terapêuticas complementares, muito especialmente em homeopatia.

 

                   Pretendendo tornar-se nosso Associado, agradecemos que nos remeta por cheque, emitido em nome da Associação Portuguesa Homeopatas Sem Fronteiras o montante de trinta euros.

 

                   Pode também depositar tal importância na nossa NIB a qual forneceremos após um contacto seu para o nosso email: hsf-portugal@oninet.pt

 

                   Em qualquer dos casos, pedimos que nos devolva a Ficha de Associado - apresentada na página seguinte - devidamente preenchida para o nosso email:hsf-portugal@oninet.pt.

 

                   Não podemos deixar de lhe agradecer a sua colaboração.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

HOMEOPATAS SEM FRONTEIRAS

PORTUGAL

                                                        

FICHA DE ASSOCIADO      ............

 

 

          Nome - ..................................................................................................

          Morada -................................................................................................

          .................................................................Cod. Postal...........................

          Telefone residência................................Telemóvel..............................

          E-mail................................................................

          Profissão................................................................................................

          Local de trabalho...................................................................................

          .................................................................Cod. Postal...........................

          Telefone do local de trabalho - .............................................................

 

          Conhecimentos de Homeopatia.............................................................

          ...............................................................................................................

          Conhecimentos ou interesses em outras medicinas complementares

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          Disponibilidade  áreas possíveisde colaboração com os HSF

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          Quota anual.......................euros.

 

         

          Observações - .......................................................................................

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ARTIGOS

 

                  

 

HOMEOPATIA

 

O QUE É A HOMEOPATIA ?

 

 

          Hahnemann, nasceu em Meissen a 10 de Abril de 1755, tendo-se formado em medicina em 1779. Abandonou a sua prática em 1789 por considerar inaceitáveis e inoperantes os seus métodos – a terapêutica ao tempo de Hahnemann orientava-se pela doutrina dos humores, que eram purificados através de sangrias, vomitivos, purgas e clisteres – dedicando-se então a traduzir obras médicas estrangeiras.

          Em 1790, quando traduzia a matéria médica de Cullen, faz a descoberta que o transformou no fundador da homeopatia. Cullen afirmava que a Cinchona Officinalis (Quina), tinha propriedades tonificantes sobre o estômago, o que contrariava a experiência de Hahnemann, já que, quando adoeceu de paludismo, havia experimentado – devido à sua ingestão -, alguns dos sintomas característicos da gastrite. Desta forma, passou a auto-ministrar diariamente, certa dose dessa planta, começando a sentir um quadro sintomático que compreendia: tremores, sede, acessos de febre, palpitações; enfim, todos os sintomas característicos das febres intermitentes. Desta premissa, partiu para a experimentação de outras substâncias com resultados terapêuticos confirmados, como o arsénico, obtendo o mesmo tipo de resposta às questões que no seu espírito se iam levantando. Concluiu então, que um paciente deve ser tratado com a substância capaz de produzir em qualquer organismo são, um quadro sintomático idêntico ao por si apresentado.

          Em 1810, após inúmeras experimentações, publicou o “Organon da Ciência Médica Racional”, que a partir de 1819, recebeu o título de “Organon da Arte de Curar”, livro basilar de todo o corpo teórico homeopático.

          A homeopatia fundamenta-se num trabalho de natureza científica, com cerca de dois séculos, consequência das investigações efectuadas por inúmeros experimentadores que ingeriram substâncias em dose não letal e registaram meticulosamente os sintomas produzidos, e ainda de registos toxicológicos – quadros sintomáticos obtidos pela ingestão voluntária ou involuntária de substâncias, como o arsénico – e observação de curas clínicas. Nascem assim as Matérias Médicas, que são, numa definição simplista, registos de sintomas. Com o aumento incessante do número de medicamentos experimentados e, face às limitações humanas no concernente à memória  - é praticamente impossível um homeopata dominar cabalmente os sintomas dos muitos medicamentos descritos – realizaram-se Repertórios, índices de sintomas, coligidos das matérias médicas ou do mesmo modo que estas. A repertorização é o modo pelo qual o homeopata, transformando a linguagem do paciente, no que aos sintomas do caso respeita, em linguagem repertorial, obtém um maior ou menor número de medicamentos que se podem assumir potencialmente como semelhantes do caso, decisão que caberá sempre em última instância, à comparação por diferencial, da totalidade sintomática com as patogenesias descritas nas matérias médicas.

          A medicina alopática utiliza antídotos – a diarreia é tratada com um medicamento que produz obstipação -, enquanto que a homeopatia utiliza uma dose mínima da substância que provoca o mal que se pretende tratar – o café que impede ou dificulta o sono à maioria dos indivíduos, é utilizado em doses mínimas homeopáticas para combater a insónia -.

          São três os grandes princípios da doutrina homeopática: similitude, globalidade e infinitesimalidade. O primeiro diz-nos que os sintomas de uma determinada doença, são curados pela substância altamente diluída, que produz num corpo são sintomas artificiais semelhantes aos da doença, quando administrada em dose ponderal – dose forte mas não letal -. Os semelhantes são assim curados pelos semelhantes – Similia Similibus Curantur -. O segundo respeita há forma como o ser humano é encarado, ou seja, de uma forma global, em todas as suas vertentes. Em homeopatia não há doenças, só há doentes. Por isso, Hahneman considerava uma verdadeira heresia afirmar que damos determinado remédio nesta ou naquela patologia, como a Ipeca ou a Drosera para a tosse e Lachesis para a menopausa. O que se cura em homeopatia é o doente com tosse ou distúrbios menopáusicos e não a designação da doença – o homem na sua essência, nos chamados sintomas da imaginação, etiológicos, mentais e gerais -. Por último, a infinitesimalidade, é um corolário directo e imediato da similitude. Os medicamentos homeopáticos são utilizados em doses de altas diluições de forma a evitar qualquer agressão ao organismo do paciente. As principais doses altamente diluídas – hahnemanianas – são as decimais e as centesimais. Nas centesimais, tratando-se verbi gratia de uma substância liquida, coloca-se num frasco uma parte em peso daquela, completando-a com 99 partes de água bidestilada e álcool, agitando-se vigorosamente 100 vezes. Esta diluição corresponde à 1ª centesimal. Repetindo-se o processo, vão-se obtendo diluições sucessivas – por exemplo: 6ª CH, 15ª CH, 30ª CH, 200CH – ocorrendo que entre a 9ª e a 12ª CH (centesimal) se ultrapassa o número de Avogrado, ou seja, o medicamento deixa de possuir quaisquer moléculas da substância original, restando apenas uma acção energética, não molecular, dificilmente explicável cientificamente, mas eficiente na prática – o que faz com que alguma da comunidade científica não mostre quaisquer reservas em qualificar o medicamento homeopático como placebo, contrariando a experiência centenária de inúmeras gerações de práticos homeopatas -.

          Neste particular da investigação científica, alguns cientistas, entre eles, Madeleine Bastide, têm procurado demonstrar que a homeopatia é uma verdadeira ciência face à eficácia real das doses infinitesimais, mesmo quando já não possuem moléculas – e muito especialmente quando as não têm – da substância inicial.

          Fundamentalmente, as substâncias medicamentosas utilizadas pela farmácia homeopática, são de origem animal, vegetal ou mineral e possuem um padrão energético ou vibratório, cuja influência se repercute na força vital do organismo promovendo a sua cura.

         

A homeopatia não é obviamente a solução dos males e desigualdades do mundo, mas como terapia alternativa ou complementar pode minimizar o sofrimento dos mais desfavorecidos, já que o preço dos medicamentos é muito inferior aos da medicina alopática e a formação de terapeutas muito mais simples. É essa a nossa missão como Homeopatas Sem Fronteiras agindo no território nacional e muito especialmente nos países africanos de expressão portuguesa e em todas as regiões carenciadas do planeta, que reclamem o nosso auxílio.

 

          A Homeopatia é uma Medicina, uma Arte e uma Esperança.

 

 

          Do livro, “Homeopatia Essencial”, Editora Sete Caminhos, José Maria Alves – Responsável pela Formação dos HSF-Portugal – .

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FLORAIS DE BACH

 

 

 

                      Edward Bach nasceu no ano de 1886 em Inglaterra. Licenciou-se em medicina e no seu exercício veio a aperceber-se que no tratamento das doenças, o estado afectivo dos doentes era bem mais importante que o seu corpo físico, ou seja, que as patologias físicas derivavam em muitos ou na maior parte dos casos de desequilíbrios e condições psicológicas adversas. É hoje dado como assente, que uma mente estável interfere positivamente no sistema imunitário, proporcionando um acréscimo de defesas a todos os que gozam de saúde espiritual.

          Os Remédios Florais intentam curar os distúrbios psicológicos dos indivíduos – que são entidades bio-psico-sociais globais –, imediata ou mediatamente causadores das doenças físicas, sem olvidar, que gerando o equilíbrio personológico do paciente, melhoram substancialmente a sua qualidade de vida, proporcionando-lhe auto-estima, gosto pela vida em todas as suas manifestações e um bem estar geral, que são apanágio de uma personalidade normal. A recuperação da doença é muito mais rápida e eficaz quando os aspectos dinâmicos da personalidade se enquadram em padrões considerados normais e a atitude do paciente perante a vida e os inúmeros factores psicossociais envolventes se assume de modo positivo.

Em 1928 descobriu Bach, três florais: Mimulus, Impatiens e Clematis, depois de ter observado que os diferentes tipos de personalidade reagem à doença de forma diversa. Entre 1930 e 1934, após ter desistido da sua clínica em Harley Street, fixou-se em Cromer, na costa de Norfolk e por experimentação própria, já que era um homem extraordinariamente sensível, descobriu os restantes 35 remédios florais e o Rescue Remedy, teorizando os fundamentos da nova terapia, que pretendia simples e eficiente, ao ponto de considerar perfeitamente possível e até recomendável o auto-tratamento. Em 1931 publicou o livro “Cura-te a ti mesmo”, que tem tido ao longo dos anos inúmeras reedições.

 

          Na cuidada observação dos pacientes, concluiu que as enfermidades resultavam de estados emocionais negativos, como o medo, a indecisão, ansiedade, desespero, angústia.

                   Não é a doença física que urge tratar, mas o psiquismo que se encontra em desarmonia. Há que tratar o doente e não a doença, concepção desenvolvida por Hahnemann, criador da homeopatia. Os florais, encaram o indivíduo na sua globalidade mental, que é valorizada em detrimento dos sinais e sintomas meramente físicos. Por tal motivo, dois doentes com a mesma patologia, podem ser tratados com diferentes remédios, face às suas estruturas caracterológicas e de personalidade, hierarquizando-se sintomas de componente emocional, tais como, ansiedade, depressão e fobias. Este tipo de procedimento pode ser encontrado na Medicina Homeopática, onde os sintomas mentais e gerais do paciente assumem uma importância decisiva, em detrimento dos locais.

 

          Os 38 remédios derivam essencialmente de flores de árvores e arbustos silvestres, de que receberam o nome e donde é extraída a energia curativa, por um método simples, à excepção de Rock Water, preparado a partir de uma fonte de água natural.

          Cada uma das flores escolhidas por Bach, incorpora uma energia positiva e harmonizadora dos mais diversos estados emocionais negativos.

           São de todo inofensivos, até para bebés.

 

          Há dois tipos de remédios: os que se relacionam com um tipo determinado de personalidade e os que são de aplicação a estados negativos transitórios.

Bach, classificou os problemas emocionais em sete grandes grupos, cada um com seu conjunto de remédios.

          Damos a seguir, como mera aproximação, os nomes e indicações terapêuticas sumárias de cada um dos medicamentos, o que não dispensa de modo algum, o estudo da matéria médica.

         

OS REMÉDIOS FLORAIS DE BACH

 

1 – ESTADOS DE MEDO

 

                         ROCK ROSEHeliântemo, Helianto, Cisto.

                   Para um paciente aterrorizado, desesperado, que experimentou um ataque de pânico ou um medo muito intenso. Deve ser usado nos casos de emergência, doença súbita, acidente.

                         MIMULUSMimosa.

                   Para o medo de coisas conhecidas ou de causas conhecidas, tal como medo da morte.

                         CHERRY PLUMCerejeira.

                   Para o medo de perder o controlo, de fazer coisas indesejáveis.

                         ASPENChoupo.

                   Para medos de origem desconhecida, vagos e inexplicados, sem razão de ser, o que torna a pessoa ansiosa. Maus pressentimentos.

                         RED CHESTNUTCastanheiro  vermelho.

                   Para o medo que algo aconteça aos outros. Ansiedade por antecipação relativamente aos outros, muito especialmente dos que ama.

 

 

 

2 – ESTADOS DE INDECISÃO OU INCERTEZA

 

                         CERATOPlumbago, Dentilária.

                   Para indivíduos que não têm confiança em si próprios e nas suas capacidades e estão constantemente a pedir opiniões e ajuda aos outros.

                         SCLERANTHUSCraveiro, Erva-dura.

                   Para estados de incerteza e indecisão, principalmente quando  confrontados com duas opções.

                         GENTIANGenciana.

                   Para quem tem falta de fé e desanima facilmente ao menor obstáculo.

                         GORSETojo.

                   Para pessoas pessimistas, que não têm esperança, sentindo-se desesperadas, sem esperança de cura.

      HORNBEAMBétula, Carpa.

                   Para estados temporários de fadiga, mais mental do que física, nomeadamente, sensação de “segunda-feira de manhã”, quando tem de se retomar o trabalho e se sente incapaz de o realizar.

                         WILD OATAveia silvestre, Aveia selvagem.

                   Para todos aqueles que face à sua insegurança, não conseguem dar um rumo certo à vida, não obstante pretendam vivenciar experiências múltiplas.

 

 

 

                   3 – ESTADOS DE FALTA DE INTERESSE PELAS CIRCUNSTÂNCIAS ACTUAIS

                   

                         CLEMATISClematite, Clematide, Cipó Cruz.

                   Para pessoas sonhadoras, sonham acordadas, que não vivem e não se interessam pelo presente.

                         HONEYSUCKLE Madressilva.

                   Para os que vivem dependentes das suas experiências passadas e as encaram com nostalgia.

                         WILD ROSERoseira Brava.

                   Para a resignação e apatia no que toca ao presente, não se esforçando por melhorar a sua vida.

                         OLIVEOliveira.

                   Para a exaustão, quer física quer mental.

                         WHITE CHESTNUTCastanheiro da Índia ou Castanheiro Branco.

                   Para os que têm pensamentos persistentes, indesejados, que dilaceram a mente.

                         MUSTARDMostarda.

                    Para as depressões que não têm causa conhecida.

                         CHESTNUT BUDRebento do  Castanheiro da Índia.

                   Para os que não aprendem com os erros cometidos no passado, passando a vida a repeti-los.

 

 

 

                   4 – ESTADOS DE SOLIDÃO

 

                         WATER VIOLET Violeta de água.

                   Para pessoas reservadas, independentes, capazes, que preferem a solidão, seguindo o seu caminho sem interferirem no dos outros.

      IMPATIENSImpaciência, Beijo, Maria Sem Vergonha.

                   Para a impaciência.

                         HEATHER Urze.

                   Para pessoas egocêntricas, que estão sempre a falar de si e que não gostam de estar sós.

 

 

 

          5 – ESTADOS DE SENSIBILIDADE EXCESSIVA A INFLUÊNCIAS E OPINIÕES

 

                         AGRIMONYAgrimónia.

                   Para todos aqueles que escondem o seu sofrimento atrás de uma máscara de alegria e jovialidade.

                         CENTAURYCentáurea Menor, Fel da Terra.

                   Para indivíduos servis, sempre dispostos a agradar, que têm dificuldade de afirmação, em dizer que não.

                         WALNUTNogueira.

                   Para os que não se conseguem adaptar às mudanças que ocorrem nas suas vidas, como o divórcio.

                         HOLLYAzevinho.

                   Para estados negativos, tais como, ciúme, ódio, inveja, agressividade, rancor.

 

 

 

6 – ESTADOS DE DESALENTO OU DESESPERO

 

                         LARCHLarício.

                   Para todos os que não têm confiança em si mesmos. Complexos de inferioridade.

                         PINEPinheiro Silvestre.

                   Para os sentimentos de culpa de pessoas que chegam a culpar-se dos erros cometidos pelos outros.

                         ELMOlmo.

                   Para os que têm excesso de responsabilidade e obrigações múltiplas e que por isso têm em certos momentos quebras do tipo depressivo.

                         SWEET CHESTNUTCastanheiro Doce.

                   Para a angústia mental de indivíduos que estão no limiar das suas resistências e a quem só parece restar o aniquilamento.

                         STAR OF BETHLEHEMEstrela de Belém.

                   Para os que sofreram um trauma, actual ou passado.

                         WILLOW  - Salgueiro.

                   Para pessoas ressentidas, amarguradas, que têm pena de si próprias.

                         OAK Carvalho.

                   Para os que mesmo cansados, com um enorme sentido de dever, continuam a lutar até à exaustão.

                         CRAB APPLEMacieira.

                   Para os que não têm auto-estima, que se sentem de algum modo impuros.

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                   7 – ESTADOS DE EXCESSIVA PREOCUPAÇÃO COM O BEM ESTAR DOS OUTROS

 

                         CHICORY Chicória.

                   Para pessoas possessivas, que têm tendência em cuidar em excesso dos outros.

                         VERVAINVerbena.

                   Para pessoas autoritárias, intolerantes, que querem converter os outros aos seus princípios.

                         VINE Videira.

                   Para os que querem sempre dominar e são inflexíveis.

                         BEECHFaia.

                   Para os que são demasiadamente críticos e intolerantes em relação aos outros, sentindo necessidade de ver mais beleza e bondade no meio envolvente.

                         ROCK WATERÁgua de nascente.

                   Para os que são intransigentes consigo mesmos.

 

 

 

 

           Do frasco matriz disponível no mercado, são retiradas duas gotas, adicionadas a 30ml de água pura e a uma colher de chá de brandy de boa qualidade, cuja função é a de conservar o remédio – se o remédio for ministrado a crianças de tenra idade, é aconselhável que não se proceda à adição da colher de chá de brandy –. Um frasco de tratamento obtido pelo método mencionado tem uma duração de cerca de três semanas.

                   Se estivermos perante uma prescrição complexa – mais de um remédio –, utilizam-se duas gotas de cada frasco matriz nesse preparado.

 

          Os remédios podem ser tomados durante anos ou toda a vida, sem quaisquer contra-indicações.

 

          Um frasco matriz, com custo geralmente não muito superior a dez euros, propicia um tratamento de vários anos, o que indicia um método terapêutico muito pouco dispendioso.

 

          Bach acreditava que esta terapia, pela sua simplicidade e eficiência seria a medicina do futuro. Talvez nunca o venha a ser, mas tal facto, não diminui as suas potencialidades e capacidade de amenizar o sofrimento humano nas suas múltiplas vertentes.

 

                        Do livro, “A Cura pelos Remédios Florais de Bach”, Editora Sete Caminhos, de José Maria Alves – Responsável pela Formação dos HSF-Portugal – .

 

 

cURSO BÁSICO DE HOMEOPATIA

 

 

 

 

O Curso Básico de Homeopatia, realizado pelos HSF-Portugal, em cinco seminários consecutivos, aos sábados, tem lugar em local a designar, em Lisboa ou na Costa do Estoril, provavelmente num Hotel do Grupo Vila Galé, tendo um custo total de 200 euros, montante que reverterá para subsidiar as actividades não lucrativas desta Associação.

Caso esteja interessado(a), agradecemos que devolva preenchida a ficha de inscrição. Desde que não exista uma data definida – facto de que poderá tomar conhecimento, contactando-nos por e-mail ou telefonicamente – esta e o local dos seminários serão comunicados logo que possível.

 

          No que toca à inscrição como associado, agradecemos o envio da ficha de inscrição e de um cheque no montante de 30 euros, emitido à ordem da Associação Portuguesa Homeopatas Sem Fronteiras ou o depósito na nossa conta, tal como ficou explanado na rubrica “Associados” deste site.

          Não podemos deixar de lhe agradecer o interesse demonstrado, sendo certo que uma organização como a nossa só pode subsistir se apoiada, quer por entidades colectivas quer por pessoas singulares.

 

 

Programa do Curso de Homeopatia

 

 

1. Os Homeopatas Sem Fronteiras.

2. A Carta da Associação HSF.

3. Explicação sumária do plano do curso e dos objectivos propostos.

 

4. Nascimento da homeopatia.

5. Fundamento da homeopatia.

6. Princípios da homeopatia.

6.1 Princípio da similitude.

6.2 Princípio da globalidade.

6.3 Princípio da infinitesimalidade.

7. Doença.

7.1 Coabitação de doenças.

     7.2 Iatrogenia.

8. Miasma Hahnemaniano e Diátese.

8.1 Psora.

     8.2 Sicose

     8.3 Luetismo.

8.4 Tuberculinismo.

8.5 Cancerinismo.

          9. Sintomas.

          10. Interrogatório e exame.

               10.1 Queixa principal ou relato da história individual.

               10.2 Interrogatório.

                             10.2.1 Dados pessoais.

                             10.2.2 Fase interrogatória.

                             10.2.3 Interrogatório sobre os antecedentes do paciente.

                             10.2.4 Inspecção ou exame.

11. O Repertório homeopático.

12. Repertorização

     12.1 Repertorização mecânica ou por extenso.

     12.2 Repertorização com “sintoma director”.

     12.3 Repertorização fundamentada na “síndrome mínima de valor máximo”.

13. Experimentação.

14. Matéria Médica.

15. Tratamento.

16. Medicamentos. Farmácia homeopática.

17. Prescrição e posologia.

18. Efeitos dos medicamentos.

    18.1 Primeiro contacto com o doente.

    18.2 A primeira prescrição.

              18.3 Depois da primeira prescrição.

              18.4 Agravação, melhoria ou aparecimento de novos sintomas após prescrição do simillimum.

              18.5  A reavaliação.

          19. Relações clínicas dos medicamentos.

 

          20. Matéria Médica:

Aconitum Napellus; Actea Racemosa; Alumina; Apis Mellifica; Argentum Nitricum; Arnica Montana; Arsenicum Album; Aurum Metallicum; Baryta Carbonica; Belladona; Bryonia Alba; Calcarea Carbonica; Calcarea Fluorica; Calcarea Phosphorica; Calendula; Cantharis; Carbo Vegetabilis; Causticum; Chamomilla; Cinchona Officinalis (China); Colocynthis; Ferrum Metallicum; Gelsemium Sempervirens; Graphites; Hepar Sulfur; Ignatia; Iodum; Kali Carbonicum; Lachesis; Lycopodium; Medorrhinum; Mercurius Solubilis; Natrum Muriaticum; Natrum Sulfuricum; Nitricum Acidum; Nux Vomica; Opium; Phosphorus; Psorinum; Pulsatilla; Rhus Toxicodendron; Sepia; Silicea; Staphysagria; Sulfur; Syphilinum; Thuya; Tuberculinum.

Estudo de alguns dos denominados “pequenos medicamentos”.

 

          21. Relações entre os medicamentos, duração de acção e precauções especiais.

 

          22. A prática pluralista.

          23. A prática complexista.

         

          24. A investigação em homeopatia.

 

          25. Casos práticos.

 

 

         

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


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CURSO DE AUTOCONHECIMENTO

E

FLORAIS DE BACH

 

                  

            O Curso de Autoconhecimento e Florais de Bach, realizado pelos HSF-Portugal, em dois seminários consecutivos, tem lugar em local a designar, em Lisboa ou na Costa do Estoril, provavelmente num Hotel do Grupo Vila Galé, tendo um custo total de 75 euros, montante que reverterá para subsidiar as actividades não lucrativas desta Associação.

Caso esteja interessado(a), agradecemos que devolva preenchida a ficha de inscrição. Desde que não exista uma data definida – facto de que poderá tomar conhecimento, contactando-nos por e-mail ou telefonicamente – esta e o local dos seminários serão comunicados logo que possível.

 

          No que toca à inscrição como associado, agradecemos o envio da ficha de inscrição e de um cheque no montante de 30 euros, emitido à ordem da Associação Portuguesa Homeopatas Sem Fronteiras ou o depósito na nossa conta, tal como ficou explanado na rubrica “Associados” deste site.

          Não podemos deixar de lhe agradecer o interesse demonstrado, sendo certo que uma organização como a nossa só pode subsistir se apoiada, quer por entidades colectivas quer por pessoas singulares.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Programa do curso de autoconhecimento

e  florais de bach

 

         

          1 – Introdução.

 

          2 – Os remédios para os diversos estados emocionais: estados de medo, indecisão, de falta de interesse pelas circunstâncias actuais, de solidão, de sensibilidade excessiva a influências e opiniões, de desalento ou desespero e de excessiva preocupação com o bem estar dos outros.

 

          3 – Matéria Médica dos Florais:

                Rock Rose; Mimulus; Cherry Plum; Aspen; Red Chestnut; Cerato; Scleranthus; Gentian; Gorse; Hornbeam; Wild Oat; Clematis; Honeysuckle; Wild Rose; Olive; White Chestnut; Mustard; Chestnut Bud; Water Violet; Impatiens; Heather; Agrimony; Centaury; Walnut; Holly; Larch; Pine; Elm; Sweet Chestnut; Star Of Bethlehem; Wilow; Oak; Crab Apple; Chicory; Vervain; Vine; Beech; Rock Water.

 

          4 – Combinação de remédios. Rescue Remedy.

 

          5 – A produção dos florais.

 

          6 – Diagnóstico e prescrição. Casos práticos.

 

          7 – A preparação do remédio.

 

          8 – Autoconhecimento, isenção de conflitos, meditação e Florais de Bach.

         

 

            Em que mundo vivemos?

 

-          Mundo de rótulos.

-          Os aspectos formais da existência.

-          Progresso material e angústia existencial.

-          Loucura generalizada: guerra, ambição, desejo de poder, necessidade de prestígio; auto-compaixão, fome, miséria, ausência de cuidados de saúde, riqueza, opulência, ganância, avareza. Os três deuses da humanidade.

-          A justiça como ficção.

-          Relacionamentos.

-          A família, trabalho e carreira profissional.

-          O hábito. Condicionamentos e sua destruição.

-          A transformação da sociedade.

 

 

Quem somos?

 

-          Consciência e identidade dos seres humanos. A humanidade inteira está em nós.

-          Inteligência. O planeta dos papagaios engravatados. A intuição que emerge do vazio.

-          O pensamento. O seu mecanismo e ligação à  memória. As suas criações. A cessação do pensamento.

-          Desejo. A não repressão e a escuta passiva.

-          Apego. Desejo consolidado.

-          Tempo e medo. O tempo psicológico. Silêncio e ausência de tempo. O medo floresce no espaço que medeia entre o viver e o morrer.

-          Sofrimento e estados negativos. Conflitos psicológicos.

-          Insegurança. A impermanência é tudo o que temos.

-          Sentido da vida. Sem sentido da vida tudo vale a pena.

 

 

Meditação.

 

-          Não é cumprir um programa nem estabelecer um método.

-          A sua essência é a exploração da renúncia do “eu”.

-          Começa com o autoconhecimento.

-          E cessação do pensamento.

-          É a única coisa que vale a pena se é com ela que termina o sofrimento.

 

 

 

Observar o pensamento e o seu movimento, numa vigilância passiva, e tudo o que nos rodeia, sem comparar ou interpretar,

 em atitude de constante desenvolvimento dos sentidos.

“Ser”, sem nada buscar, intensamente, com paixão.

 

Terminar com o sofrimento.

 

-          Observação. Observar sem recurso ao pensamento. A visão não interpretativa.

-          Autoconhecimento. Não é introspecção. A constante vigilância dos nossos pensamentos, emoções e sentimentos. Autoconhecimento e quietude da mente.

-          Atenção. O oposto de concentração. A compreensão da realidade. A vigilância passiva.

-          Realidade e fantasia. A ausência do “eu”. Quando não somos isto ou aquilo, somos todas as coisas.

-          Ambição. A ambição filosófica. A necessidade de preenchimento, de se ser alguém para além do que se é, é uma criação do ego e é fonte de conflito com o sofrimento resultante.

-          Liberdade. Requer a destruição dos condicionamentos, da ambição, do vir a ser e ter.

-          Paixão, Beleza, Amor, Morte e Deus.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

onde estamos

 

 

 

 

 

 

 

 

A partir da Rua Engenheiro Adelino Amaro da Costa, no sentido Cascais-A5, passando as bombas de gasolina da Esso, que neste sentido encontra à sua esquerda, visualiza à sua direita uma placa que diz Cobre. Muda aí de direcção, entrando na Rua do Cobre e na segunda rua à direita ( Rua João Grave ). Vira imediatamente à sua esquerda seguindo pela Rua Ramalho Ortigão e, logo à sua direita, encontra a Rua João Lúcio de Azevedo e o condomínio denominado Casas do Olinto.

 

 

 

 

 

cONTACTOS

 

 

 

Pode contactar-nos por escrito ou pessoalmente na a nossa sede:

Rua João Lúcio de Azevedo, Lote 7, n.º 111

Apartamento L

2750-568 CASCAIS

 

 

Pelo telefones:

21 4832416

96 1411740

 

 

Endereço de mail:hsf-portugal@oninet.pt

 

 

 

Muito Obrigada pela Vossa visita.